A Justiça determinou a redução do número de policiais militares responsáveis pela segurança pessoal do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado. A decisão estabelece que o efetivo seja reduzido de 51 para quatro policiais militares, alterando a estrutura atual de proteção disponibilizada ao chefe do Executivo estadual.
A determinação foi tomada após uma ação judicial que questionava a quantidade de agentes empregados na segurança particular do governador. Segundo a decisão, o número de policiais envolvidos na escolta e proteção pessoal deveria ser revisto, considerando critérios administrativos e a necessidade de adequação do efetivo. Com a medida, a equipe destinada à segurança de Caiado deverá contar com um grupo reduzido de quatro policiais militares. A decisão também estabelece mudanças na forma como o serviço de proteção deverá ser organizado pelo governo estadual.
A defesa do governador informou que irá recorrer da decisão e argumenta que a estrutura de segurança é necessária em razão das funções exercidas por Caiado como chefe do Executivo estadual. O governo de Goiás afirma que a proteção segue protocolos adotados para autoridades públicas e leva em consideração fatores relacionados ao cargo ocupado. A segurança de autoridades costuma envolver avaliação de riscos, incluindo ameaças, exposição pública e compromissos oficiais. A definição do efetivo responsável pela proteção é normalmente feita com base em critérios técnicos dos órgãos de segurança.
O caso gerou debate sobre o uso de policiais militares em atividades de proteção pessoal de autoridades enquanto o estado também enfrenta demandas relacionadas ao policiamento ostensivo e à segurança pública. A decisão judicial deverá ser cumprida pelo governo estadual enquanto os recursos apresentados pela defesa não forem analisados. O processo continua em andamento e novas determinações podem ocorrer conforme a tramitação da ação.
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