Um levantamento aponta que cerca de 70% do Congresso Nacional já apoia a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o chamado caso Master. O número inclui deputados federais e senadores que assinaram requerimentos pedindo a abertura da investigação no Parlamento. De acordo com a apuração, ao todo, mais de 420 parlamentares já manifestaram apoio às iniciativas, o que representa aproximadamente 71% dos 594 congressistas em exercício no país. O movimento reúne assinaturas tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal, demonstrando que o tema ganhou ampla adesão entre diferentes partidos e blocos políticos.
No Senado, a adesão também é expressiva, com a maioria dos parlamentares já tendo assinado pelo menos um dos pedidos de CPI ou Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI). O número supera com folga o mínimo necessário para a abertura de uma investigação na Casa, que exige ao menos um terço das assinaturas dos senadores. Na Câmara, centenas de deputados também apoiam a criação da comissão, reforçando a pressão para que o tema avance formalmente no Congresso Nacional. Ao todo, existem diferentes requerimentos em tramitação, apresentados por parlamentares de diferentes espectros políticos.
Apesar do alto número de assinaturas, a instalação efetiva da CPI ainda depende de decisão da Mesa Diretora do Congresso ou das respectivas Casas legislativas, que definem a abertura oficial das comissões de investigação. O caso Master tem gerado forte repercussão política e deve continuar no centro das articulações parlamentares nas próximas semanas, diante do avanço do apoio à investigação.
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