

Com mais de 1.100 incêndios de origem elétrica registrados no país em 2024, segundo o Anuário da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel), a Executiva de Segurança da Equatorial Goiás, Suzane Caires, alerta que a ausência de moradores dificulta a identificação rápida de falhas elétricas, como curtos-circuitos e sobrecargas. “Fiações antigas e aparelhos deixados na tomada aumentam o risco de acidentes, principalmente quando ninguém está no imóvel para perceber sinais como fumaça, cheiro de queimado ou estalos”, explica.
Além da questão de segurança, a economia de energia também pode ser impactada. Mesmo sem uso, televisores, micro-ondas, roteadores e carregadores continuam consumindo eletricidade em modo stand-by, gerando o chamado consumo invisível e aumentando a conta de luz. O problema se intensifica em propriedades de aluguel por temporada, onde a alta rotatividade de hóspedes e o uso simultâneo de equipamentos de alta potência podem sobrecarregar instalações antigas ou sem dimensionamento adequado.
Para reduzir riscos e evitar desperdício, medidas simples podem fazer grande diferença. Desligar o disjuntor geral em imóveis que permanecerão vazios, retirar aparelhos das tomadas, evitar o uso de extensões múltiplas e realizar uma revisão completa da fiação com um eletricista são ações que aumentam a segurança e protegem o patrimônio. Segundo Suzane, pequenas atitudes preventivas não apenas diminuem as chances de incêndios, mas também contribuem para a redução da conta de luz.
A Equatorial Goiás, que integra o Grupo Equatorial – terceira maior holding de distribuição de energia do Brasil atende cerca de 3,5 milhões de unidades consumidoras em 237 municípios, cobrindo praticamente todo o estado, e reforça que a conscientização e os cuidados preventivos são fundamentais para proteger imóveis, moradores e visitantes.
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