Flávio Bolsonaro relata mais de 1,8 mil ameaças de morte

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República nas eleições de 2026, afirmou ter sido alvo de mais de 1,8 mil ameaças de morte. A declaração foi feita durante uma transmissão ao vivo na madrugada deste domingo (16), quando teve início oficialmente a campanha eleitoral.

Segundo o senador, o número de ameaças aumentou depois que ele passou a defender medidas mais duras contra organizações criminosas. Entre as propostas apresentadas por Flávio está a intenção de classificar grupos como o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e milícias como organizações terroristas, caso seja eleito presidente.

Durante a transmissão, Flávio afirmou que as ameaças estão relacionadas às suas posições na área de segurança pública e disse que não pretende recuar diante das intimidações. O candidato iniciou sua agenda eleitoral justamente neste domingo, com um ato realizado em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro.

A segurança de Flávio Bolsonaro também foi reforçada para o período de campanha. O candidato passou a utilizar colete à prova de balas em compromissos públicos, além de contar com uma estrutura de proteção durante os deslocamentos e eventos eleitorais.

O tema da segurança pública deve ocupar espaço central na campanha de Flávio Bolsonaro. O senador tem defendido o endurecimento das ações de combate ao crime organizado e a adoção de medidas que, segundo ele, aumentem a capacidade do Estado de enfrentar facções criminosas e milícias.

O relato sobre as ameaças acontece em um momento de maior exposição do candidato, com o início oficial da disputa pela Presidência. A partir de agora, Flávio deve ampliar a agenda de viagens e compromissos eleitorais pelo país, o que também exige atenção redobrada com relação à sua segurança.

O caso ainda deverá ser acompanhado ao longo da campanha. As ameaças relatadas pelo senador representam registros que, conforme as circunstâncias, podem ser encaminhados para investigação e análise das autoridades responsáveis. O fato de uma ameaça ser registrada, no entanto, não significa necessariamente que ela tenha sido considerada concreta ou que tenha resultado em uma ação criminosa.

Ao comentar a situação, Flávio Bolsonaro manteve o discurso de enfrentamento ao crime organizado e afirmou que continuará defendendo suas propostas. A segurança dos candidatos deve ser um dos assuntos de atenção durante o período eleitoral, especialmente diante do aumento da agenda pública e da polarização que costuma marcar as disputas presidenciais.

Com a campanha de 2026 apenas no início, as declarações do senador colocam novamente a segurança pública e o combate às organizações criminosas entre os principais temas do debate eleitoral.

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