

Professores e servidores administrativos da rede municipal de Educação de Goiânia aprovaram a deflagração de greve a partir do dia 12 de maio de 2026. A decisão foi tomada durante assembleia geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), realizada no Cepal do Setor Sul.
De acordo com a categoria, a paralisação ocorre após um longo período sem avanços nas negociações com a Prefeitura de Goiânia e diante da ausência de respostas consideradas concretas para as principais reivindicações dos trabalhadores. Entre as principais pautas estão o plano de carreira dos servidores administrativos, o pagamento de progressões atrasadas, o reajuste do piso salarial dos professores, além da regularização da data-base e a aplicação de legislações relacionadas ao enquadramento funcional e ao descongelamento de direitos previstos em lei.
Segundo o sindicato, as demandas vêm sendo apresentadas há meses sem solução das críticas, o que aumentou a insatisfação dos professores da categoria e levou à aprovação do movimento grevista como forma de pressionar o poder público por uma resposta efetiva e rápida.
A paralisação deve impactar a rotina das famílias e das unidades escolares da capital, incluindo escolas e centros municipais de educação infantil, que poderão ter o atendimento afetado a partir do início do movimento. Ainda não há previsão de retorno as práticas escolares.
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