

O Banco Central decidiu reduzir novamente a taxa básica de juros da economia brasileira. A Selic foi ajustada para 14,50% ao ano, após um corte de 0,25 ponto percentual definido pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Esta é a segunda redução consecutiva promovida pela autoridade monetária, que mantém o ciclo de flexibilização da política de juros após um período em que a taxa esteve em patamar elevado, próximo ao maior nível em duas décadas.
A decisão foi unânime entre os membros do Copom e ocorre em um cenário de cautela, com o Banco Central destacando a permanência de incertezas no ambiente econômico internacional. Entre os principais fatores apontados estão os impactos de tensões geopolíticas no Oriente Médio, que continuam influenciando o comportamento dos mercados globais e das expectativas de inflação. No comunicado, o Banco Central reforça que a condução da política monetária segue baseada na necessidade de estabilidade de preços, ao mesmo tempo em que observa sinais de desaceleração gradual da atividade econômica no país.
Apesar da redução, a taxa de juros brasileira continua em nível considerado restritivo, o que significa que ainda exerce impacto sobre o crédito, o consumo e os investimentos. O objetivo da autoridade monetária é manter a inflação dentro da meta estabelecida, garantindo equilíbrio entre crescimento econômico e controle de preços. Economistas avaliam que o início do ciclo de cortes pode continuar nos próximos meses, dependendo da evolução dos indicadores de inflação e do cenário fiscal e externo.
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