

O guitarrista goiano Fridinho Borges morreu neste domingo, 5 de abril de 2026, em Goiânia. As causas da morte não foram oficialmente divulgadas. Informações que circulam nas redes sociais apontam a possibilidade de um infarto enquanto dormia, mas não há confirmação.
Reconhecido na cena musical da capital e também em outros circuitos do país, Fridinho construiu uma trajetória marcada pela versatilidade e domínio da guitarra, transitando com naturalidade entre blues, rock, soul e R&B. Ao longo da carreira, integrou projetos importantes e dividiu palco com nomes relevantes, como Marcelo Nova, da banda Camisa de Vênus.
Filho do músico Fridão, conhecido no meio dos bailes em Goiânia, Fridinho teve contato com a música desde cedo e rapidamente demonstrou talento. Ainda na infância, iniciou sua trajetória profissional e, aos 12 anos, já integrava a banda BitKids, grupo formado por jovens músicos dedicado a interpretar canções dos Beatles. Na época, recebeu um diploma de Honra ao Mérito concedido pela Câmara Municipal de Goiânia, reconhecimento precoce de sua habilidade.
Ao longo dos anos, participou de bandas como Guetsu, Abluesados, Lady Raposa e Caroline and The Dogs, com a qual realizou apresentações recentes. No último mês de março, esteve no Pelourinho, em Salvador, em um show pelo Sesc.
Além do trabalho em grupo, Fridinho também desenvolveu carreira solo, com o lançamento de quatro discos autorais, consolidando seu nome como um dos guitarristas mais ativos e respeitados da cena goiana.
A morte de Fridinho Borges deixa uma lacuna na música local. Admirado por colegas e pelo público, ele era reconhecido não apenas pela técnica, mas também pela presença de palco e dedicação à música.
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